Arte Pura, por E.T.

 

O objectivo da arte é superar a Natureza.

Os bons artistas expressam nas suas obras o que o mundo sabe, mas não diz. Os grandes artistas expressam nas suas obras o que o mundo ainda não sabe.

Não creio que a função da arte seja reproduzir um limão, um nenúfar ou uma mulher nua. A fotografia ou o cinema podem fazê-lo muito melhor e com som Dolby. A arte tem que reproduzir ou reflectir outro tipo de natureza: a humana.

A minha definição pessoal de arte: Arte é a habilidade de tocar as cordas emocionais do “instrumento humano” de uma forma original e significativa. “Original” significa nunca antes visto. “Significativa”, significa que se relaciona com e interessa ao ser humano.

O verdadeiro artista é aquele que consegue tocar as cordas emocionais do “instrumento humano” como nunca antes se fez, com uma nova melodia. O génio é aquele que consegue acrescentar uma nova corda emocional ao “instrumento humano”.

Não há muito a dizer sobre arte, porque a arte (com excepção da literatura) trata do que não se pode expresar por palavras.

A arte deve ser olhada, ouvida, sentida e finalmente, compreendida.

A arte é um meio de comunicação entre o humano e o divino. Se consideramos que a criação do Universo é divina, a criação humana é a continuação dessa criação primordial. Portanto, o facto do homem também poder criar é a melhor prova da sua essência divina.

Um artista-pintor deve sentir-se como um pincel nas mãos de Deus. Um artista-músico deve sentir-se como uma harpa. Um artista-escritor, como uma pluma.

Todo o artista verdadeiro sabe que ele mesmo não é o autor da sua obra, mas apenas o intérprete de Deus.

Por exemplo, Deus não pode fazer um limão sem primeiro fazer o limoeiro, e também não pode fazer um quadro sem primeiro fazer o pintor, ou qualquer outra obra humana, sem fazer primeiro o ser humano.

As nossas experiências empíricas dizem-nos que nada existe sem primeiro ser imaginado. Os humanos podem fazer mais coisas do que os animais, porque as podem imaginar.

É um facto que tudo o que é realizado pelo homem vem da imaginação. Portanto, é razoável pensar que a realidade também veio da imaginação. A imaginação de Deus transformou-se em Universo. Transformou-se em nós.

Quando nascemos, começamos a identificar objectos e seres.  Mais tarde, começamos a identificar pensamentos. A arte permite-nos começar a identificar o pensador.

A arte autêntica não é um hobby. A arte verdadeira é a que produz cultura, que rompe com o passado, que muda as mentalidades. Arte que não produz cultura é arte decorativa.

A arte que produz cultura é igual à ciência, no sentido em que não se pode inventar a roda ou o fogo duas vezes.

A arte também é igual à ciência, no sentido em que é um trabalho constante de investigação e de descoberta em “laboratório”. O artista experimenta os materiais, os sons, as formas, as texturas, as côres, os pensamentos, os sentimentos, para descobrir ou inventar novas maneiras de afectar as emoções humanas.

Produzir arte é um dom. A educação não pode ensiná-la, apenas compreendê-la.

A minha arte é “dizer a verdade”.  A verdade deve ser o elemento essencial do processo criativo.  Algo bastante raro nos tempos que correm.

 

Posted: March 31st, 2011
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Pure Art, by E.T.

 

The aim of art is to overcome nature.

Good artists express in their works what the world knows, but does not say. Great artists express in their works what the world does not know yet. Read more »

Posted: March 30th, 2011
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A minha Opinião sobre o Homem, por E.T.

 

Há uma lei capital universal: num Universo infinito nada é igual. Esta lei diz-nos algo revelador sobre o seu criador: é um génio.

Somente o homem quer a igualdade. Isso também nos diz algo revelador sobre o homem: é tudo o contrário.

Olhe para cima, olhe para as galáxias, para as estrelas, para os planetas. Olhe para o Sol e para a Lua. Por acaso vê o caos? Somente a vida parece ser caótica, mas não o é. A vida é a razão de ser do Universo. Se não o fosse, não existiria. A vida é a auto-consciência do Universo. Infinita também em variedade, quantidade e qualidade.

Todos os animais são egoístas. Todas as crianças são egoístas. E todos os homens são egoístas. É a Natureza. O ser humano não criou a Natureza, e por isso, não pode ser responsabilizado por ela nem pelas suas características.

À medida que foram aumentando os seus conhecimentos, o homem deu-se conta de que a sua sobrevivência corria perigo se não inventasse um sistema pacífico de conviver em grupo. A essa invenção chamou: Sociedade. Viver em sociedade significa respeitar um determinado código legislativo e moral. No entanto, essa socialização ou afastamento da Natureza não é uniforme, nem entre raças nem entre indivíduos.

Cada ser humano tem um espírito diferente e dele deriva a qualidade do homem. Alguns homens são melhores e menos egoístas do que outros, ou porque são mais ou menos inteligentes, ou porque a sua qualidade espiritual é distinta.

Os modelos actuais de sociedade não promovem a generosidade nem o altruismo. Ao perpetuar enormes injustiças, a sociedade mesma torna-se o maior gerador de egoísmo.

 

Posted: March 29th, 2011
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My Opinion of Man, by E.T.

 

There is one capital universal law:  in an infinite Universe, nothing is equal. This law tells us something revealing about its creator:  He is a genius.

Only man wants equality. That also tells us something revealing about man: He is just the opposite. Read more »

Posted: March 28th, 2011
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A Evolução, por E.T.

 

A teoria da evolução foi adoptada e oficializada por todos os governos modernos do mundo, porque ao degradar o ser humano torna-o mais escravizável.

Por um lado, se o homem não é uma criação divina, senão apenas uma evolução do macaco, não merece tantos direitos e liberdades. Por outro lado, a teoria da evolução preconiza a vida como uma luta egoísta pela sobrevivência, justificando assim a lei do mais forte (neste caso, a do mais rico). Ou seja, a teoria da evolução serve de apoio à opressão.

Convém salientar que a teoria da evolução chama-se teoria porque é uma teoria, e não por qualquer outro motivo. É teoria, porque carece de provas científicas. Desde a sua invenção, e depois de 150 anos de tremendos avanços científicos em todos os campos, continua sendo uma teoria, porque não se pôde provar.

A razão é simples e eloquente: Não se encontraram fósseis dos animais elo, para nenhuma das espécies existentes e/ou extintas. Por outras palavras, não existem as espécies intermédias ou de transição. Toda a visualização do processo evolutivo do macaco até ao homem são desenhos ou montagens fraudulentas.

No fim do seu livro “A Origem das Espécies” 1859, Charles Darwin avisa e especifíca, que a teoria da evolução é apenas uma teoria e nada mais.

Não há vida sem ADN, e a função do ADN é manter inalteráveis as características próprias de cada ser, espécie ou forma de vida. A ciência contemporânea, não “politizada”, confirma que o início da vida e do ADN não pôde ter surgido de forma espontânea. Os biólogos utilizam a seguinte metáfora: Dizer que o ADN é espontâneo é como dizer que um Boeing 747 é espontâneo.

A teoria da evolução é a desculpa favorita dos que não podem aceitar de bom grado a existência de seres superiores, com maior poder e inteligência do que o homem.

Para esses homens arrogantes, tudo o que os seus olhos podem ver (que é uma pequeníssima fracção da totalidade) é explicado com a teoria da evolução. E, uma vez que essa teoria não pode explicar a existência do espaço e da matéria, ou seja, a existência do Universo, inventaram o Big Bang. Mais uma teoria, que continua sem dizer nada sobre o espaço e a matéria, porque não explica a existência daquilo que fez bang.

Se o homem fosse o ser mais poderoso e inteligente do Universo, existiria o Universo? Claro que não, porque o homem não pode criar espaço e matéria do nada. E muito menos, vida.

O maior problema da maioria dos homens é não se dar conta do pequeno, impotentes e estúpidos que realmente somos. Ainda assim, o homem é de longe o melhor que conhecemos, por agora…

 

Posted: March 27th, 2011
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Evolution, by E.T.

 

The theory of evolution has been adopted and made official by all modern governments, because downgrading the human being makes him more enslavable. Read more »

Posted: March 25th, 2011
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Religião Pura, por E.T.

 

Não sou ateu. De facto, considero-me mais religioso do que a maioria das pessoas que conheci. Tanto o meu coração (os meus sentimentos), como a minha cabeça (o meu cérebro científico), como as minhas experiências de vida, me têm demonstrado que o sobrenatural é real.

O Universo é imortal, o que significa que é infinito no tempo. Sempre existiu, nunca começou e nunca acabará.

O Universo é infinito no espaço, o que significa que, ao contrário dos nossos corpos, não tem limites físicos, nunca acaba. Algo bastante difícil de assimilar a partir da nossa perspectiva actual, em que todos os objectos conhecidos têm uma limitação espacial.

O Universo material existe, porque é consciente. Porque é continuamente criado, apoiado e controlado por uma consciência universal. A consciência universal cria a matéria nas estrelas, e a matéria caminha para a consciência.

Ou seja, uma pedra pode converter-se num lobo ou num homem, ou em qualquer outra coisa, depois de uns quantos bilhões de anos. No entanto, essa conversão não é casual nem espontânea. É imaginada, desejada, projectada e provocada.

Os seres humanos são apenas um dos infinitos exemplos de matéria adquirindo consciência. Os humanos nem são a única forma de consciência “superior”, nem a mais avançada. Há outras formas não-materiais de existência consciente. Seres invisíveis, 100% espirituais.

O espírito, a alma ou a consciência, é imortal. E a matéria também, porque, como dizem os entendidos, a matéria não desaparece, apenas se transforma.

Graças a Deus, a memória humana não é imortal. A morte e o nascimento servem para apagar as memórias duma vida inteira, e começar de novo como se fosse a primeira vez. Esta é a única forma de evitar a rotina, a monotonia e o aborrecimento eterno.

Para disfrutar plenamente de algo, há que eliminar as lembranças, pelo menos momentaneamente. De outra forma, nunca poderiamos disfrutar do sabor de um bife com batatas fritas, porque teríamos ainda o gosto do bacalhau na boca.

De facto, as vivências dos cinco primeiros anos das nossas vidas não ficam na memória, e em muitos casos de Alzheimer, todas as memórias chegam a apagar-se por completo muito antes da morte física. O que significa que a parte circunstancial da nossa personalidade criada pelas nossas vivências é temporal, passageira e não perdura à morte física. A única coisa que perdura é a parte essencial da nossa personalidade espiritual, que é eterna. Quando se adquire plena consciência da imortalidade, o tempo deixa de fazer sentido.

O Universo criou-nos de tal forma, que todos os elementos do nosso corpo têm um propósito. Imaginar que o mesmo Universo que nos criou não tem nenhum propósito, denota uma falta de imaginação total e um elevado nível de arrogância. O cérebro da nossa espécie é único, e o seu tipo específico de consciência tem um propósito especial: descobrir porque é que existimos e quem somos. Um dia, sabê-lo-emos com certeza.

Um Universo infinito necessita dum meio de transporte universal ultra rápido e eficaz. Esse meio de transporte já existe e chama-se morte e nascimento. De que nos serviria viajar à velocidade da luz ou à de qualquer velocidade superior? Num Universo infinito, tardariamos sempre uma eternidade para ir de um lugar ao outro. Para além disso, o nosso corpo actual não serviria para nada noutro meio ambiente, porque de facto, o corpo humano morre a apenas 5km da superfície da Terra, por falta de oxigénio.

No nosso pequeno planeta há uma infinidade de tipos diferentes de seres vivos. Por um instante, pense nas diferenças brutais que existem entre as diversas formas de vida de animais e plantas, num só planeta.

Sei que a maoria dos ocidentais “civilizados” não o aceitarão facilmente, mas aqui mesmo e agora mesmo na Terra, também co-existem muitos tipos de seres não-materiais. Não se esqueça que todas as religiões do mundo, sem excessões, falam desses seres espirituais. A cristã, mais do que todas as outras juntas.

Em essência, os seres podem ir de 99,9% materiais a 100% espirituais, com todos os graus intermédios. Não acredito na existência de matéria 100% material. Nem eu nem a física quântica.

A Natureza não é natural. É absolutamente sobrenatural.

No entanto, a maioria dos ocidentais “civilizados” não a vêm desse modo, apenas porque se acostumaram à Natureza desde que nasceram, e cometeram o erro de se considerarem capazes de controlar a Natureza, e de tomar tudo por normal ou por adquirido. Se ao leitor a Natureza parece normal e natural, tente responder o melhor possível às seguintes quatro questões:

1. Porque é que existe o espaço?

2. Porque é que a matéria existe no espaço?

3. Porque é que a matéria adquire vida?

4. Porque é que a matéria pode sentir, pensar e criar?

 

Pode preguntar se estas questões têm algum interesse… Bem, essas quatro questões fundamentais tratam dos factos responsáveis pela existência de si mesmo, o leitor.

Se está a ler este texto, é porque existe. Algo indubitável. Mas você não tem nehuma pista em relação a qualquer dos quatro factos que originaram a sua própria existência. Que saibamos, nenhum humano a tem, de momento.

Ser religioso significa acreditar no Universo (Unidade & Versatilidade)

Provavelmente, aceitará que faz parte, ou é uma parte do Universo. Assim, pelo menos, tente acreditar em si. Jamais sinta vergonha por ficar totalmente estupefacto/espantado com o Universo. Isso só prova que você é um ser humano (parcialmente material e parcialmente espiritual). Os animais não se espantam.

Se prefere, pode trocar a palavra  “Universo” pela palavra “Deus”.

Dê-se conta de que o homem “civilizado” já não pensa por si mesmo. Durante a vida vai acumulando informação como um disco duro. Informação adulterada, distorcida e interesseira.

A actividade humana mais elevada da Antiguidade, a do filósofo, practicamente desapareceu para benefício do cristianismo e das políticas modernas.

O livre pensador ou o espírito livre é hoje considerado como um perigo para a sociedade. Muitos o consideram o “inimigo público número um”.

A minha definição de felicidade – Encontrar-se num estado de sincronia absoluta entre cérebro e espírito, ou seja, ter harmonia perfeita entre a parte mortal e a parte imortal do nosso ser.

 

Posted: March 24th, 2011
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Pure Religion, by E.T.

 

I’m not an atheist. In fact, I consider myself more religious than most people I have met. Both my heart (my feelings), my head (my scientific brain) and my life experiences, have shown me that the supernatural is real. Read more »

Posted: March 23rd, 2011
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